Médica sofre agressão na UPA Barreiro e Prefeitura de BH se posiciona

A Prefeitura de Belo Horizonte se pronunciou sobre um caso de agressão ocorrido na UPA Barreiro durante o plantão noturno do último domingo (5). De acordo com o Executivo municipal, uma médica foi alvo de ofensas verbais feitas por um paciente que já havia passado por atendimento e aguardava reavaliação.

Em nota oficial, a administração informou que a profissional recebeu acolhimento imediato e que o protocolo específico para situações de violência foi acionado assim que o episódio foi registrado.

A Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte ressaltou que mantém monitoramento constante da situação epidemiológica, da demanda por atendimentos e da capacidade da rede SUS-BH. Segundo o órgão, não foi identificado aumento expressivo na procura por atendimentos nas Unidades de Pronto Atendimento nos últimos dias.

Ainda conforme a Secretaria, a escala médica da unidade estava completa no momento do ocorrido, com 10 profissionais de plantão, e aproximadamente 100 pacientes foram atendidos ao longo da noite.

A Prefeitura também destacou que o atendimento nas UPAs segue o Protocolo de Manchester, que prioriza os casos mais graves. Dessa forma, pacientes com menor urgência podem enfrentar maior tempo de espera, o que, segundo o município, pode gerar insatisfação.

Como alternativa para reduzir a sobrecarga nas unidades presenciais, a gestão municipal reforçou a oferta de teleconsultas, disponíveis de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h. O serviço atende casos de menor complexidade, como sintomas gripais, diarreia, vômitos, suspeita de infecção urinária e dores articulares, possibilitando atendimento remoto à população.